segunda-feira, 13 de maio de 2013

Planos, e mais planos.


Planos para encontrar um emprego, planos de juntar dinheiro, para ficar rico, para casar, ter filhos, viajar, conhecer o mundo, aprender inglês, a tocar violão, planos de entrar na academia, ou de fazer uma pós-graduação.

Planos. Muitos me falam de sonhos, metas, e objetivos. Palavras que soam como poesia saindo da boca de algumas pessoas, e acabam se tornando um redemoinho de vontades abstratas. Não adianta planejar sem agir, não adianta sonhar sem buscar realizar os sonhos, não adianta ter metas se não se sabe aonde quer chegar, não adianta ter objetivos se não se sabe o que fazer depois deles.

O que falta na cabeça, não é bom ser preenchido por vontades, satisfações e prazeres passageiros. Não vou dizer o que deve preencher esses seus miolos, só você sabe o que é melhor pro seu ego, e sua alma. Mesmo assim, ignorar os planos, pode ser bom ou ruim, o que vai determinar o sucesso é o modo de agir em situações de curtos ou longos prazos.

Não sou o conselheiro do século XXI, e nem me baseio em teóricos, pré-socráticos, ou religiosos dos séculos passados, sou um mortal, de carne e osso, mas mesmo assim sei a importância e a “desimportância” dos planos, tanto que não usei deles para escrever esse texto, que em vinte minutos se tornou essas linhas, a fim de escrever sobre o que eu raramente leio por ai.


Marcelo Valério Caldeira

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